Controlo.
Porque falamos,
pensamos que controlamos
a realidade
na sua completa
totalidade.
Na realidade,
falando verdade,
ensaiamos uma
continuidade,
para que o existir
tenha então
uma finalidade.
As palavras nítidas
são, porém,
poucas e falham,
na sua primordial ambiguidade.
Falamos, então,
um pouco mais,
e a percepção,
na sua qualidade,
retoma o seu lugar cognitivo:
repensamos que controlamos
a realidade
na sua completa
totalidade.
Porque falamos,
pensamos que controlamos
a realidade
na sua completa
totalidade.
Na realidade,
falando verdade,
ensaiamos uma
continuidade,
para que o existir
tenha então
uma finalidade.
As palavras nítidas
são, porém,
poucas e falham,
na sua primordial ambiguidade.
Falamos, então,
um pouco mais,
e a percepção,
na sua qualidade,
retoma o seu lugar cognitivo:
repensamos que controlamos
a realidade
na sua completa
totalidade.
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