A escolha de um assunto.
No abandono da privacidade,
fazemos opções
de rendição à ignorância,
uma escolha,
um assunto,
um embaraço que se devolve,
do qual se desconhece
a origem da inutilidade;
assim se iniciam diálogos,
correspondendo ao estereótipo
distante
dos afectos rendidos
ao primado da razão.
Falando de assuntos escolhidos,
elevamo-nos da rasura da ignorância,
reconhecendo com absoluta certeza
o detalhe da nossa condição,
o outono perpétuo de sermos nós próprios.
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