Leitura.
A pretexto
de ler um texto
no seu contexto,
perde-se o ensejo
de um sorriso mudo,
literal
que,
a seu tempo,
conta um tempo,
que é o seu,
isto quando o tempo nos diz
que já é tempo
de denúncia
do mosaico largo e cínico
que nos corrompe a alma.
Uma fatalidade,
o tempo de leitura,
recurso sacrossanto
assim descrito
em pranto,
céu de prata que nos transcende,
trágico e inexorável,
pois há sempre quem morra pelo caminho.
A pretexto
de ler um texto
no seu contexto,
perde-se o ensejo
de um sorriso mudo,
literal
que,
a seu tempo,
conta um tempo,
que é o seu,
isto quando o tempo nos diz
que já é tempo
de denúncia
do mosaico largo e cínico
que nos corrompe a alma.
Uma fatalidade,
o tempo de leitura,
recurso sacrossanto
assim descrito
em pranto,
céu de prata que nos transcende,
trágico e inexorável,
pois há sempre quem morra pelo caminho.
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