Não conformidade.
De acordo com Susan Sontag, o humano terá começado no momento em que o corpo - o corpo próprio, o corpo do outro - se tornou um problema.
Problema em sentido forte, exigente de interpretação, cuidado, decisão: antes deste limiar, o corpo não era ainda uma questão, constituindo apenas um acontecimento da natureza, tão próximo e evidente como o alternar da noite com o dia.
No horizonte pré-histórico, a ausência de ritos funerários estruturados reforça o sentido indicado: o corpo morto não convocava ainda uma economia simbólica, não exigia escolhas, não instaurava dilemas. A morte era um facto, não um acontecimento carente de mediação.
Maurice Merleau-Ponty ajuda a aprofundar a compreensão desta mudança cultural, ao sugerir que é pela vulnerabilidade do corpo que o mundo se acende, definindo-se não como um objecto entre objectos, mas sim enquanto condição de possibilidade de se ser tocado pelos outros, pelo mundo.
A noção de um corpo digno define, nestes termos, uma conquista recente na história da cultura humana. A dignidade do corpo não deriva da sua excepcionalidade, mas sim da sua exposição ao mundo, da possibilidade de ser tocado, ferido, de com ou a partir dele se poder fundar o comum. E é desta possibilidade, tão relevante quanto frágil, que decorre, inciso, um sentido de dignidade: não como tremor ou acidente, mas sim como lugar de fundamento.
Possivelmente atendendo ao exposto, a agência funerária servilusa informou, em comunicado recente, terem sido observadas 'zero não conformidades' em cinco normas que certificam a 'excelência' da sua actividade, plasmada em serviços como 'chamadas de conforto', 'in arboriam' (uma árvore por evento fúnebre) ou a transmissão online de um funeral.
No ano de 2025, a agência servilusa realizou mais de 6800 funerais e 8800 cremações, um serviço em crescendo, é indicado, para benefício e alívio dos cemitérios. A agência opera diferentes centros funerários a nível nacional: em 2024, anunciou a construção do futuro centro funerário da maia, com projecto de arquitetura de souto de moura.
No momento do anúncio, foram sinalizadas a prática de tarifas competitivas e a capacidade de concretização de 800 cremações por ano.
Não conformidade.
De acordo com Susan Sontag, o humano terá começado no momento em que o corpo - o corpo próprio, o corpo do outro - se tornou um problema.
Problema em sentido forte, exigente de interpretação, cuidado, decisão: antes deste limiar, o corpo não era ainda uma questão, constituindo apenas um acontecimento da natureza, tão próximo e evidente como o alternar da noite com o dia.
No horizonte pré-histórico, a ausência de ritos funerários estruturados reforça o sentido indicado: o corpo morto não convocava ainda uma economia simbólica, não exigia escolhas, não instaurava dilemas. A morte era um facto, não um acontecimento carente de mediação.
Maurice Merleau-Ponty ajuda a aprofundar a compreensão desta mudança cultural, ao sugerir que é pela vulnerabilidade do corpo que o mundo se acende, definindo-se não como um objecto entre objectos, mas sim enquanto condição de possibilidade de se ser tocado pelos outros, pelo mundo.
A noção de um corpo digno define, nestes termos, uma conquista recente na história da cultura humana. A dignidade do corpo não deriva da sua excepcionalidade, mas sim da sua exposição ao mundo, da possibilidade de ser tocado, ferido, de com ou a partir dele se poder fundar o comum. E é desta possibilidade, tão relevante quanto frágil, que decorre, inciso, um sentido de dignidade: não como tremor ou acidente, mas sim como lugar de fundamento.
Possivelmente atendendo ao exposto, a agência funerária servilusa informou, em comunicado recente, terem sido observadas 'zero não conformidades' em cinco normas que certificam a 'excelência' da sua actividade, plasmada em serviços como 'chamadas de conforto', 'in arboriam' (uma árvore por evento fúnebre) ou a transmissão online de um funeral.
No ano de 2025, a agência servilusa realizou mais de 6800 funerais e 8800 cremações, um serviço em crescendo, é indicado, para benefício e alívio dos cemitérios. A agência opera diferentes centros funerários a nível nacional: em 2024, anunciou a construção do futuro centro funerário da maia, com projecto de arquitetura de souto de moura.
No momento do anúncio, foram sinalizadas a prática de tarifas competitivas e a capacidade de concretização de 800 cremações por ano.

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