
Conto comunista.
Na indústria da esperança,
operários espontâneos
de louvada virtude
removem malas
de poços
de um pânico inútil,
um magma profundo
em altitude,
este aceno do pathos
que se louva e enreda
em histórias vindas de longe.
Uma tragédia
da geologia
da comunidade
que assim distende um magma
sem explicações
para os homens que não têm cuidado,
e contam
histórias de uma esperança
sugerida, contida
nunca avistada,
ao longe.
Nesta indústria,
a actividade deriva da planificação
do sonho e do optimismo,
que, centralizados, tudo dominam.
Todos contam, tudo conta.
Contos se contam, desde que contem
virtudes louvadas
de operários,
de sonhos de geologia comunitária,
um magma
que enternece,
e afunda malas em poços
para que os operários,
num pânico inútil,
tenham alguma coisa concreta para fazer.
Na indústria da esperança,
operários espontâneos
de louvada virtude
removem malas
de poços
de um pânico inútil,
um magma profundo
em altitude,
este aceno do pathos
que se louva e enreda
em histórias vindas de longe.
Uma tragédia
da geologia
da comunidade
que assim distende um magma
sem explicações
para os homens que não têm cuidado,
e contam
histórias de uma esperança
sugerida, contida
nunca avistada,
ao longe.
Nesta indústria,
a actividade deriva da planificação
do sonho e do optimismo,
que, centralizados, tudo dominam.
Todos contam, tudo conta.
Contos se contam, desde que contem
virtudes louvadas
de operários,
de sonhos de geologia comunitária,
um magma
que enternece,
e afunda malas em poços
para que os operários,
num pânico inútil,
tenham alguma coisa concreta para fazer.
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