
O colapso do regaço.
A mão que embalava o berço
está agora trémula
e ressequida
pelo desprezo
dos homens sós
que compõem sinfonias ao balcão,
distantes do regaço uterino
que tanto lhes disse;
nesta liturgia calva,
ouve-se a apologia monocórdica
das virtudes da salubridade bancária,
uma marca do tempo novo,
nova conjugalidade do ser.
A mão que embalava o berço
está agora trémula
e ressequida
pelo desprezo
dos homens sós
que compõem sinfonias ao balcão,
distantes do regaço uterino
que tanto lhes disse;
nesta liturgia calva,
ouve-se a apologia monocórdica
das virtudes da salubridade bancária,
uma marca do tempo novo,
nova conjugalidade do ser.
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