
Estratégia.
De Portugal, germinal país-funcionário, decifram-se novos passos austrais localizados à frente do futuro. Apenas dois exemplos, para não sucumbir perante tamanha sofisticação e engenho:
1.
Ao invés da renovação do aglomerado/edificado/imobilizado existente, a multiplicação da construção de casas sem dono aparente. Solidariedade e isaltina aposta na geração vindoura, certamente.
2.
Bruxelas-Cash converter, como uma quermesse. Em troca de tralha diversa e edites devolvidas amiúde ao umbigo eurocrático, promessas de fluxos financeiros revigorado. A ajuizar pela profundidade do negócio, em breve, um Drucker em potência brotará em cada merceeiro do país.
O ideário futuro da gestão do bem público escreve-se em português, com aroma, talvez, a Mugabe.
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