Interregno.
O mundo, pelo que se vê, estará, talvez, em intervalo.
Dos apetites de Berlusconi, às viagens secretas de Jardim, passando pelas incólumes façanhas de Loureiro, e
pelo apelo mediático aparentemente inesgotável da figura de Obama,
Gente há que aparenta viver no seu próprio jardim-de-infância.
Estar vivo, é hoje, um exercício lúgubre, mais violento, virulento para o Homem-médio.
Até um milhão na conta do erário partidário, não conta, pelo que se atesta.
E mais uns milhares bastarão para repôr zelosas Ildas,
gente boa que se quer no umbigo burocrático da federação-europa.
BPN. Lopes da Mota. BPP.
Maizena.
Assim se vê, um mundo em intervalo.
Os infinitos pessoais são reduzidos.
A ignorância é normalizada, banalizada.
Quase todo o diálogo é pose, é evento, é performance.
Turpor. Muito perfeito, aborrecido, dispensável.
Será, talvez, um caso de saliência na percepção. Uma hipérbole mediática.
Para conselhos e orientação, valha-nos o Borda d´Água.
Como diria Nelson Rodrigues, a alegria continua a ser um estado leviano,
a consumir e encarnar, acrescentamos, com particular decoro e moderação.
O mundo, pelo que se vê, estará, talvez, em intervalo.
Dos apetites de Berlusconi, às viagens secretas de Jardim, passando pelas incólumes façanhas de Loureiro, e
pelo apelo mediático aparentemente inesgotável da figura de Obama,
Gente há que aparenta viver no seu próprio jardim-de-infância.
Estar vivo, é hoje, um exercício lúgubre, mais violento, virulento para o Homem-médio.
Até um milhão na conta do erário partidário, não conta, pelo que se atesta.
E mais uns milhares bastarão para repôr zelosas Ildas,
gente boa que se quer no umbigo burocrático da federação-europa.
BPN. Lopes da Mota. BPP.
Maizena.
Assim se vê, um mundo em intervalo.
Os infinitos pessoais são reduzidos.
A ignorância é normalizada, banalizada.
Quase todo o diálogo é pose, é evento, é performance.
Turpor. Muito perfeito, aborrecido, dispensável.
Será, talvez, um caso de saliência na percepção. Uma hipérbole mediática.
Para conselhos e orientação, valha-nos o Borda d´Água.
Como diria Nelson Rodrigues, a alegria continua a ser um estado leviano,
a consumir e encarnar, acrescentamos, com particular decoro e moderação.
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